Seis coisas aleatórias

Esse blog não costuma falar coisas muito pessoais sobre nós, mas já que a Renata me indicou pra falar seis coisas aleatórias sobre mim, vamos lá!

As regras, que devem ser colocadas no post, são:

1- Linkar a pessoa que te indicou
2- Contar seis coisas aleatórias sobre você
3- Indicar mais seis pessoas e colocar os links no final do post
4- Deixar a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela
5- Deixar os indicados saberem quando você publicar seu post

Vamos a elas:

1- Sou uma pessoa extremamente organizada e não gosto de ver nada fora do lugar. Minha mesa de trabalho está sempre vazia, pois organizo tudo em pastas pra não deixar um monte de papéis espalhados. Em casa procuro ser assim também, mas com uma filha adolescente às vezes é muito difícil!

2- Iniciei a faculdade de Letras aos 18/19 anos e tranquei no primeiro semestre. Bem mais tarde, aos 35 anos, resolvi fazer uma faculdade novamente – por influência do meu chefe na época, o gerente de Comunicação da Aracruz – e cursei Comunicação Social/Jornalismo na Facha, no Rio. Me formei em 2004!

3- Já morei um ano e meio em São Paulo e minha filha nasceu lá. Ela é “paulioca”, mistura de paulista com carioca!

4- Fiz dança moderna e balé clássico durante toda minha infância e adolescência. Adoro dançar!

5- A-do-ro sapatos e bolsas! Se pudesse, teria muito mais deles…

6- Fiz intercâmbio nos EUA. Decidi ir no 3o ano do Ensino Médio (segundo grau na época) e mesmo assim meus pais (mais meu pai do que minha mãe…) me deram força para deixar o vestibular pra depois. Foi uma experiência incrível e que recomendo a qualquer pessoa. Morei em uma cidade bem pequena chamada Skyland, na Carolina do Norte. Hoje em dia estou tentando reatar o contato com as pessoas que conheci na época e já encontrei pelo menos uma no Facebook!

Bom, é isso! Essas foram as seis coisas aleatórias que consegui lembrar sobre mim. Tem muito mais, mas as que pude lembrar agora foram essas.

Indico as pessoas abaixo para fazerem também:

Fabio/Val, Cinthia, Dani/Pedro, Iris/Daniel, Paulo e Meg.

Beijos,

Andréa

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Mais sobre a “tal” recessão

Recebi vários comentários sobre o post anterior e então resolvi colocar aqui a opinião do Trent, que escreve o excelente blog The Simple Dollar, que leio todos os dias. Em seu post de hoje sobre esse mesmo assunto, ele diz o seguinte:

  • Não tenho medo das condições econômicas atuais. Eu simplesmente não caio nessa história de medo que está constantemente sendo divulgada nas matérias sobre economia.
  • Não escuto a CNBC (Rede americana de notícias de economia, negócios e finanças) ou outras fontes da grande mídia para obter notícias sobre economia e minhas finanças pessoais. Quase sempre tais fontes tentam pegar os fatos reais e distorcem-nos, para fazer uma matéria mais forte, fazendo parecer que um fato econômico ruim seja “prova” de que algo desastroso, e coisas boas são frequentemente colocadas como exceções à regra.

Em vez de ver as coisas por esse lado “negativo”, ele as vê da seguinte forma (e concordo com ele):

  • Como estão as pessoas a minha volta? Conheço algumas poucas pessoas que perderam seus empregos – um número que está completamente em linha com o aumento do desemprego. Alguns outros estão cortando despesas como forma de protegerem-se contra uma possível perda do emprego, que eles temem. A maioria das pessoas, no entanto, não está mudando absolutamente nada. Conheço pessoas que estão comprando carros, casas, bens de consumo etc.
  • Como essa situação se compara aos números reais? É só minha experiência pessoal ou está em linha com os números reais? Bom, a taxa real de desemprego (nos EUA) foi de 4,9% para 7,2% de dezembro de 2006 a dezembro de 2007. Uma diferença de 2.3%. Em outras palavras, de cada 100 pessoas que conheço, mais duas devem perder seus empregos agora do que há um ano, o que é um número bastante concreto.
  • Coisas que não vejo. Sou um estudioso da Grande Depressão. Conversei com muitas pessoas que viveram aqueles anos sobre suas experiências e li inúmeros livros sobre o assunto. Não estamos vivendo nada que sequer se compare à Grande Depressão e ao deixar subentendido que é o que ocorre no momento, é provar que estamos  insultando aqueles que realmente viveram aqueles tempos e ao mesmo tempo mostrando que somos totalmente ignorantes sobre os detalhes do que aconteceu na época. Não há filas de um quarteirão para sopa. Mais de 90% do país (novamente, os EUA) está empregado – não somente os 60% dos anos 1930. As pessoas não irão perder seu dinheiro devido a falências de bancos.
  • O que eu leio para me manter informado? Leio a maioria das fontes de informação que todos leem. A única diferença é que eu não dou muita importância aos comentários. Simplesmente ignoro-os e vejo os números. O que eles realmente significam? Como se comparam com o que vejo em minha própria vida? O restante dos artigos – aqueles que tentam pintar um cenário de medo – são na sua maioria só fatos distorcidos. Não se preocupe com eles. 
  • Minha aposta é… pelo que posso ver, essa é uma recessão típica – talvez um pouco mais forte que uma recessão normal, mas nada que se compare ao que aconteceu nos anos 1930. Sim, existem vários sinais ecônomicos ruins por aí, como há em qualquer recessão – virtualmente em qualquer situação de recessão existem bolhas que estouram e que parecem apocalípticas. O que vejo, no entanto é que quase todos que conheço estão empregados e não há filas por comida. Ninguém está vendo suas economias de uma vida desaparecerem em falências bancárias. Esse é o estado da economia como a vejo – uma recessão forte, mas nada a que não possamos sobreviver.

Eu gosto muito do jeito que o Trent escreve, pois ele coloca as coisas de forma simples e objetiva. E na maioria das vezes concordo com o que ele diz. Na minha opinião ele acertou “na mosca” mais uma vez!

Beijos,

Andréa

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Recessão – mito ou realidade?

Desde que a crise financeira americana começou a aparecer nos noticiários comecei a me perguntar: será que essa crise é isso tudo mesmo que estão falando? Será que não é só especulação? Será que os veículos de comunicação não estão fazendo isso pra vender jornal, revista, pra ter mais audiência?

Hoje, depois de ler um excelente post no blog do Eri, comecei a ver que muito do que existe de crise é devido a um “efeito dominó” muito bem retratado na parábola que peguei emprestada do blog mencionado acima. Vejam se não ilustra exatamente o que está acontecendo por aí?

O caipira era um sujeito muito simples, mas sabia fazer uma pamonha deliciosa e decidiu então começar a vendê-las. Vende pra um aqui, outro ali e mais outro acolá.

E aquela pamonha deliciosa começa a fazer sucesso e cada vez mais gente começa a procurar o caipira, que decide montar um pequeno barraquinho com um balcão pra vender suas pamonhas. E as vendas continuam a subir.

Num certo ponto o caipira já está com um trailer bacaninha, dois funcionários ajudando e, apesar de não ter uma grande renda, consegue juntar o suficiente para dar uma excelente educação para seus filhos, assim eles podem ter uma vida melhor.

Um dos filhos conseguiu até uma bolsa para estudar nos Estados Unidos e depois de um tempo fora ele retorna e diz para seu pai: “Pai… a coisa tá feia no mundo: Uma recessão braba demais da conta tá acontecendo. Milhares de pessoas tão sem emprego, empresas estão fechando e ninguém mais tá comprando nada”.

Nisso o caipira pensa: “Mas meu filho deve di tê razão. Menino estudado, morou no exterior… Preciso tomar cuidado com isso também”.

Seguindo os conselhos de seu filho estudado o caipira demite um dos funcionários para reduzir o gasto com mão-de-obra e diminui o horário de expediente para diminuir gastos com eletricidade, hora extra, etc.

E assim os clientes que passavam para comprar uma pamonha antes de ir para o serviço não tem mais aquele delicioso quitute à disposição. Nem os clientes que costumavam ir comer uma pamonha depois de um longo dia de serviço ou depois de sair de uma balada de madrugada.

Sem contar que com um funcionário a menos os clientes do horário comercial já não são tão bem atendidos e o caipira tem agora que dividir seu próprio tempo entre o caixa, atender os clientes e fazer as pamonhas, que já não andam tão gostosas pois ele começou a comprar ingredientes de segunda categoria para economizar.

Os clientes insatisfeitos começam a frequentar outros lugares, os poucos clientes novos nunca mais voltam para comer aquela pamonha horrível naquele estabelecimento com péssimo atendimento e, assim como anunciado pelo seu estudado filho, a recessão também atinge o caipira, que vê seu pequeno negócio ir à falência…


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Ano novo, cara nova

red_maple_leafNão, você não está no blog errado. É aqui mesmo! O Picolé Carioca mudou de cara, só isso… O conteúdo continua o mesmo. 

Estávamos com a mesma aparência desde que iniciamos o blog em 2006, então achamos melhor mudar um pouco, pra melhorar o astral. 

Sua opinião e comentário são bem-vindos!

Beijos,

Andréa

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Boas Festas! Happy Holidays!

833608561A todos os nossos amigos, leitores, curiosos… desejamos tudo de bom nesse período de festas!

Que o consulado do Canadá nos traga excelentes notícias muito em breve e que, em 2009, possamos comemorar nossos vistos no passaporte!

Obrigada a todos pelo apoio, pelos comentários e desculpem-nos se não estamos postando com tanta regularidade, mas chega uma época durante o processo em que não temos nenhuma novidade do consulado e isso gera certo “desânimo” (afinal, nosso processo completou 18 meses do dia 14 de dezembro!). 

Mas em 2009 as esperanças se renovam e acreditamos que logo, logo teremos boas notícias para compartilhar com vocês!

 

Beijos, abraços e tudo de bom pra todos nós!

 

Andréa, Edu e Bia

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A lista mais temida dos últimos tempos

Finalmente saiu a lista das profissões em demanda que será utilizada a partir de 27/2/2008 para tentar diminuir a fila (backlog) de processos de imigração para o Canadá. Hoje, para certos países da Ásia como China e Índia, o processo pode levar até seis anos para ser concluído. Aqui no Brasil está levando cerca de 24 meses.

Felizmente nosso processo é bem anterior a essa data – foi iniciado em 14/6/2007 – e não estamos dependendo disso para que nosso processo seja finalizado. Mas para quem deu entrada após 27/2/2008, o que aconselho é estudar a lista de profissões com cuidado e, caso sua profissão não esteja incluída, procurar outras alternativas para imigrar.

Conforme o próprio press release do ministério da imigiração, existem diversas maneiras de imigrar legalmente para o Canadá, então é hora de avaliá-las e ver qual delas pode se encaixar no perfil de cada um.

Desejo muita sorte e mais um pouco de paciência para quem está nessa situação, mas não é hora de desistir! É hora de parar, pensar e tentar achar outros meios para imigrar legalmente, pois eles com certeza existem!

Amanhã, durante nosso encontro aqui no Rio, com certeza esse será o assunto da vez. Então a lista saiu em boa hora, pois poderemos discutir sobre todas as alternativas possíveis. Ou seja, se você mora no Rio e ainda não confirmou sua presença, tá na hora!

Beijos e até amanhã,

Andréa

Quatro coisas…

Eu já li essas perguntinhas em vários blogs e aí decidi que deveria publicar aqui também, pras pessoas me conhecerem melhor. Depois vou ver se o Edu topa fazer um pra ele. Sei que essas coisas devem ser “passadas” de um pra outro, mas como ninguém passou pra mim – snif… : ( – , resolvi fazer assim mesmo.

Quatro empregos que eu já tive:

1 – Professora de inglês
2 – Tradutora/Intérprete
3 – Assistente Executiva
4 – Analista de Comunicação

Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

1 – Matrix – todos os 3!
2 – Clube da luta
3 – Comédias ou filmes românticos, tipo “Love, actually”…
4 – Filmes de suspense tipo “Seven”…

Quatro lugares que eu já morei:

1 – Rio de Janeiro (Morei em Caraguatatuba quando tinha 1 ano e meio de idade, mas não lembro de nada!)
2 – Skyland, North Carolina, USA
3 – São Paulo
4 – Toronto, em breve! Hehehehehe….

Quatro programas de TV que eu gosto (não necessariamente na mesma ordem):

1 – Desperate Housewives
2 – Two and a half men
3 – Extreme makeover – Home edition
4 – Happy Hour do GNT seguido da Oprah!

Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

1 – Pessoas do grupo de discussão Rio-Canadá
2 – Pessoas do grupo de discussão Terras do Norte
3 – Newsletter de notícias
4 – E só… me comunico muito pelo Yahoo messenger ou Google talk…

Quatro coisas que você faz todo dia sem falta:

1 – Leio meus e-mails pessoais – checo várias vezes por dia
2 – Leio os posts novos no Bloglines
3 – Ligo várias vezes pra minha filhota
4 – Vou pro trabalho e volto pra casa a pé 

Quatro comidas favoritas:

1 – Chocolate – ultimamente tenho tido necessidade de comer chocolate sempre!
2 – As comidinhas do Edu – qualquer coisa que ele faça eu adoro!
3 – Comida japonesa
4 – Massas em geral

Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

1 – Em Toronto
2 – Em qualquer país da Europa, de férias
3 – Em Mississauga
4 – Em qualquer dos lugares onde nunca estive! Viajar é sempre bom!

E aí, gostaram? Ficaram sabendo um pouco mais de mim? Já que é de praxe passar pra alguém, vou começar um novo ciclo, passando pra Camila, Edu, Cinthia e Valéria.

Beijos,

Andréa

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