Curiosidades…

Agora é só para diversão mesmo. Aqui vão algumas personalidades mundiais que são canadenses:

Atores:
Dan Aykroyd, Michael J Fox, Jim Carrey, Brendan Fraser, Mike Myers, Keanu Reeves, William Shatner e Kiefer Sutherland.

Atrizes:
Pamela Anderson, Carrie-Anne Moss e Neve Campbell

Diretores:
James Cameron e Lorne Michaels

Músicos:
Bryan Adams, Nelly Furtado, K D Lang, Avril Lavigne, Sarah Mclachlan, Alanis Morisette, Rush, Shania Twain, Neil Young.

Campanha HSBC

Em uma pesquisa para um trabalho da minha pós-graduação, me deparei com essa peça publicitária do HSBC sobre a conta Premier. Não quero fazer propaganda nenhuma aqui, só quero contextualizar a imagem e mostrar que ficou muito bacana.

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As melhores cidades para se viver

No blog dos nossos amigos André e Gabrielle  vi uma matéria que saiu no Economist.com com os resultados de uma pesquisa sobre as melhores cidades do mundo em qualidade de vida. E duas cidades canadenses estão entre as cinco primeiras: Vancouver (1a.) e Toronto (5a.). Segue o texto da matéria traduzido por mim:

Liveability, ou Qualidade de vida
Onde a grama é mais verde

Retirado do Economist.com em 22 de agosto de 2007

Cidades na Austrália e no Canadá são cotadas como as melhores do mundo para se viver

Com baixa criminalide, pouca ameaça de instabilidade ou terrorismo e transporte público e infraestrutura de comunicação altamente desenvolvidos, Canadá e Austrália são os países onde estão as melhores cidades para se viver no mundo.  

Quatro das dez cidades com melhor qualidade de vida pesquisadas pela Unidade de Inteligência da The Economist (Economist Intelligence Unit) estão na Austrália e duas das cinco melhores são canadenses. Vancouver é o destino mais atrativo, com um índice de 1,3%. (A escala é a seguinte: 0% – excepcional qualidade de vida – 100% – intolerável). 

Enquanto a qualidade de vida considera fatores como atividade recreacional e cultural, o “barulho da cidade grande” pode prejudicar a posição no ranking de algumas cidades, embora não a ponto de uma cidade apresentar desafios significativos. Centros globais como Nova York, Tókio, Londres, Hong Kong e Paris podem ser encontrados em posições mais baixas exatamente por conta do seu tamanho e atratividade.   Os congestionamentos de trânsito e as altas taxas de criminalidade são associadas aos grandes centros urbanos e, de alguma forma, diminuem os óbvios ganhos culturais de viver em tais localidades. Além disso, há também o medo de que tais cidades grandes, como Londres e Nova York, se mantenham como alvo de ataques terroristas.  

A despeito disso, a maioria dos grandes centros não apresenta desafios significativos à qualidade de vida. Das 132 cidades pesquisadas, somente nove delas apresentam um cenário muito ruim, no qual a maioria dos aspectos de qualidade de vida são bastante restritos, refletindo melhorias gerais em escala global em áreas como educação, saúde e infraestrutura. Quatro destas cidades estão na Ásia, principalmente na Ásia Meridional. As outras cinco encontram-se na África (três) e no Oriente Médio (duas). 

A ameaça do terrorismo e de guerras civis é um fator que contribui muito para que as cidades estejam nas piores posições com relação à qualidade de vida, pois estes são indicadores de pouco desenvolvimento. Argel, capital da Argélia, é a cidade com pior qualidade de vida segundo a pesquisa, com pontuação de 64,7%.

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Estudar no Canadá

Nas minhas pesquisas sobre empregos e estudo no Canadá, uma instituição me chamou a atenção: a Georgian College, em Barrie, Ontário. Neste college, há cursos de graduação e pós-graduação voltados para quem quer entrar na indústria automotiva. E este é o meu foco.

Como sou formado em Comunicação Social e estou terminando o MBA de marketing, quero agora mirar mais diretamente no que quero fazer. O site não traz informações precisas sobre os cursos de pós-graduação. Mas sei que tem dois cursos do setor, um para bacharel e outro politécnico para o marketing automotivo. Todos com o sistema co-op.

 Enviei alguns e-mails para a Georgian College para saber alguma informação sobre o curso de pós-graduação e também sobre bolsas de estudo. Até agora não obtive resposta. Assim que receber, coloco aqui no blog.

Um dado que me chamou a atenção foi que 94% dos alunos dos cursos voltados para a indústria automotiva saem da faculdade já empregados. Até porque estes cursos têm o apoio da CAI (Canadian Automotive Industry) e há várias entidades que distribuem bolsas e prêmios, que podem chegar a CAD$ 5 mil.

Quando for agora em dezembro ao Canadá, vou programar uma ida até esta universidade, que fica a 90km do centro de Toronto, em Barrie. Vou coletar informações, ver as instalações e também a cidade, que parece que está crescendo com a indústria automotiva.

 Abraços!

Coluna falta de respeito

A partir de agora, relatarei todos os episódios de falta de respeito que presencio ou que sofro. O primeiro da série aconteceu neste final de semana. Estou vendendo um apartamento e coloquei no anúncio “dispenso corretores”. Mas não é que, apesar do recado, recebi mais de 10 ligações de corretores?

Será que os corretores gostam de ser dispensados por telefone? Será que eles acham que têm lábia para tentar reverter a minha posição? Ou será que eles não tão nem aí para o que você coloca no seu anúncio?

Em breve um novo caso de falta de respeito aqui pelo Brasil.

Fases

Quem está no processo de imigração para o Canadá sabe que o tempo de espera é longo, muito longo para quem quer começar logo uma vida nova. No entanto, essa fase meio morna, em que nada acontece, em que ficamos ansiosamente esperando a carta solicitando os documentos, é uma etapa importante para amadurecer idéias, juntar dinheiro, obter o máximo de informação sobre o processo e sobre o país e, acima de tudo, se preparar para começar do zero.

E justamente durante as pesquisas sobre o processo achei um estudo super interessante elaborado por Carmelina S.L. Barwick, do Clarke Institute of Psychiatry, de Toronto, em 1991. Nele a pesquisadora descreve todas as fases pelas quais o imigrante passa desde que chega efetivamente ao novo país.

É um estudo que muito pode nos ajudar, pois pelos depoimentos encontrados nos blogs que lemos diariamente, essas fases realmente acontecem. Então, para que todos possam se preparar melhor ainda, segue abaixo a tabela devidamente traduzida (aliás, deveria colocá-la em Inglês, para que os leitores praticassem o idioma, mas como sou boazinha e quero que todos entendam direitinho, já fiz a tradução…).

Comportamentos/Reações

Chegada física ao país – 0 a 6 meses

Social – Suprir as necessidades básicas sociais e de subsistência; procurar – ou evitar – seu grupo étnico
Afetivo – Excitação; entusiasmo; euforia; surpresa com a riqueza material
Cognitivo – Desorientação; distração; confusão; esperançoso com relação à vida e ao futuro
Procura – Procura de “objetos” perdidos; pensa que vê rostos/aromas familiares na multidão; tem lembranças da família, amigos, comida, tempo (frio/calor); gosta do novo ambiente
Reações da nova comunidade – Entusiasmo; recepção calorosa; interesse; assistência material
Recursos necessários – Orientação e serviços de assistência; treinamento do idioma; ligações com o grupo étnico-cultural; interpretação/tradução
  Chegada psicológica – 6 a 12 meses
Social – Suspeita; super dependência; foco no país nativo e  nas perdas; passividade como forma de defesa; problemas com relacionamentos familiares
Afetivo – Reações de luta; culpa; vergonha; nostalgia; saudades de casa; falta de esperança; medo; raiva; depressão; negação; sintomas psicossomáticos
Cognitivo – Percepção da separação do país, de casa, da família e amigos; consciência das diferenças do idioma e costumes do novo país
Procura – Idealização do país nativo e das pessoas; perplexidade; comportamento paranóico; uso de remédios para acalmar; autocontrole exacerbado para esconder raiva, depressão e ansiedade; fatiga; insônia; doenças físicas
Reações da nova comunidade – Raiva e ansiedade geradas pelo preconceito; sentimento de ameaça com relação ao trabalho, recursos; reclamação sobre ingratidão; respeito por aqueles bem-sucedidos
Recursos necessários – Médicos; psicoterapia individual, do casal, da família; grupos de auto-ajuda; grupos de advogados que ajudam os imigrantes
 

Fase de adequação – 1 a 3 anos

Social – Procura e aceitação de ajuda; procura de alternativas dentro da comunidade étnica; possível repatriação; problemas nos relacionamentos familiares
Afetivo – Depressão; culpa, vergonha por conta de insucessos; negação; esperança quando bem-sucedido; reclamações de sintomas psicossomáticos
Cognitivo – Confusão; incerteza com relação ao futuro; questionamento de antigos valores e comportamentos; desejo de autonomia; solução de problemas
Procura – Procura por novos “objetos”; explora novos relacionamentos; explora o ambiente físico; tenta outras alternativas; move-se entre novos e antigos “objetos”; mantém-se ocupado para esquecer da depressão e ansiedade; fatiga; insônia; doença física
Reações da nova comunidade – Impaciência; questionamento sobre a competência do imigrante; altamente ambivalente
Recursos necessários – Iguais aos da fase anterior, mas inclui: treinamento vocacional; atividades de socialização
 

Reconstrução – acima de 3 anos

Social – Procura ativa de novos relacionamentos e papéis; sentimento de dever cumprido; desejo de ajudar os outros; uso correto dos serviços; aumento da autonomia
Afetivo – Esperança; otimismo
Cognitivo – Conforto com relação aos novos papéis; confiança na própria força e recursos; solução de problemas
Procura – Idas e vidas com relação aos novos e antigos “objetos”; adequação, teste e afirmação
Reações da nova comunidade – Aceitação da rede de amigos multicultural
Recursos necessários – Melhora na habilidade de ter acesso aos serviços; redes de apoio social

Para quem chegou até aqui, prometo postar coisas mais agradáveis na próxima… Vou falar sobre os costumes sociais do Canadá: cumprimentos, uso de álcool e tabaco, culinária, senso de humor etc.

  

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Curiosidades

Navegando pelos Blogs do pessoal que quer ir para o Canadá, me deparei com um post muito interessante da Sandra, do Bienvenues Chez Sandra et Evaldo sobre algumas curiosidades e diferenças entre o Canadá e Brasil.

Vejam alguns exemplos citados por ela (os comentários são meus):

Abrir a torneira e beber água – Algo que deveria se repetir pelo resto do mundo.

Ligar o carro de dia e ele ficar com o farol aceso direto – Excelente medida. Em vários países, a adoção desta medida reduziu em 35% o número de acidentes de trânsito durante o dia e em mais de 75% os atropelamentos.

Inexistência de ralos – Evita o desperdício de água para  “lavar” o chão

Tirar o sapato quando entra na casa de alguém – É bem razoável, para não ficar limpando o chão toda hora.

Excesso de conversíveis – Também, com o preço dos carros aqui no Brasil, fica difícil comprar carros conversíveis.

Ligações locais ilimitadas – Faz sentido.

Quando você muda de carro, leva a placa para o novo carro – É bem interessante. Faz com que o histórico seja do motorista e não do carro.

Imposto de 15% – Ao comprar qualquer produto, tem que se lembrar que há 15% de acréscimo, valor do imposto. Se comparado com o Brasil, o imposto fica irrisório. E pelo menos você sabe o quanto pagou de imposto.