Primeiras impressões

Os dois principais tabus do imigrante ao Canadá são, obviamente, o novo idioma e o clima. A grande maioria das pessoas com quem convivemos nesses primeiros dias falam português. Portanto, a barreira da língua ainda não foi colocada a prova, como em um futuro breve deverá ser. Mas estamos nos virando super bem quando o contato com o inglês acontece.

Mas é claro que sempre tem um indiano ou o chinês que acha que fala inglês. Aí quando precisamos falar com eles, ferrou. Porém, a paciência é uma virtude nessas terras. Tanto dos imigrantes como dos canadenses. Ambos estão sempre dispostos a entender e se fazer entender. Muito legal isso.

O clima. Ah, o clima. “Fugimos” do Rio por conta do calor infernal e nos deparamos aqui com um calorzinho também. É claro que não é nada comparado aos 40 graus do Rio, mas um dia de 23 graus e sensação térmica de 30 graus não tem sido muito agradável. Mas daqui uns dois meses esse calor para. Aí o frio gostosinho começa a chegar. Queremos logo o frio!

Bom, é isso. Depois falaremos sobre o povo que mora aqui.

Abs!

Curtinhas do Canadá

- Após alugar a casa, fomos comprar os móveis, eletrônicos e utensílios. Montamos a sala, mas ainda faltam os quartos e alguns eletrônicos. Espero que esta semana seja a última desta saga;

- Sobre os móveis: a Ikea, é claro, tem bons preços e excelentes soluções para os recém chegados. Mas outras lojas tem soluções legais e em conta também. Dêem uma olhada nas promoções da Canadian Tire e da The Brick.

- Dia 1 de agosto, nos mudaremos para a nossa casa, no condomínio Erin Centre Village, em Mississauga.

- Nesta próxima semana, haverá um amistoso de futebol entre o time local, o Toronto FC e o Real Madrid. O ingresso mais barato custa CAD125,00. Queria ir, mas tá caro pra caramba.

- Conseguimos comprar ingressos para o show do U2 que acontecerá em setembro. Compramos de uma espécie de cambista. Pagamos mais caro, mas certamente valerá a pena.

- Tem tanto show legal por aqui que fica difícil não se entusiasmar. Além do U2, teve do Green Day e ainda acontecerá do Metallica, Coldplay e Aerosmith.

Abs,

Edu

A viagem

Nossa viagem foi relativamente tranquila. Embora tenha ocorrido overbooking na American Airlines, conseguimos embarcar pela TAM para Miami, onde fizemos uma conexão para Toronto. No vôo Rio-Miami, da TAM, não conseguimos descansar nada. Estávamos nas poltronas que não reclinam, atrás da saída de emergência. Além disso, o avião parecia ser bem velho. Portanto, após 9 horas de viagem, chegamos moídos em Miami.

O vôo de Miami até Toronto foi bem melhor. Embora o avião fosse menor, era bem mais confortável que o anterior. Conseguimos descansar um pouco. Mas nestes trechos, não servem nada de comida, apenas pagando. É claro que fomos almoçar lá pras 19h da noite.

Nosso processo de landing foi muito tranquilo. Passamos pela primeira triagem. O rapaz que nos atendeu foi bem atecioso e falou: “Ah, vocês são imigrantes? Eu gosto de imigrantes. Eu sou um. Vim pra cá há sete anos”. Esse primeiro contato foi muito legal. Ele nos mandou para a área onde faríamos o landing propriamente dito. Fomos para outro guichê, onde um outro rapaz conferiu a nossa documentação e nos mandou sentar em umas cadeiras e esperar um pouco. Esperamos menos de cinco minutos e fomos chamados. Um outro rapaz nos fez algumas perguntas, como se tínhamos grana, nossas profissões e pegou o endereço para enviar o PR Card. Eu posso jurar que esse rapaz que nos atendeu foi o mesmo que nos vendeu uns tênis na Sport Chek em 2007. Hehehehehe!

Depois, fomos pegar as malas. Foram cinco malas grandes, duas de mão e duas mochilas. E todas bem pesadas! Todas apareceram. Uma delas, que tinha alguns remédios, teve o cadeado arrombado. Provavelmente nos EUA. Pelo menos, ainda não sentimos falta de nada. Ao passarmos pela alfândega, entregamos a lista de Goods to Follow e respondemos a algumas perguntinhas.

Após este passo, fomos liberados para sair e encontrar a nossa nova vida.

Chegamos!

Bom, não demoramos todo esse tempo para chegar por aqui. É que o tempo realmente vira um artigo de luxo com tanta coisa a se fazer. Como chegamos numa sexta-feira, não deu tempo de fazer muita coisa, apenas um plano de celular, almoçar às 18h e encontrar os grandes amigos que já estavam por aqui.

Nós fomos muito bem acolhidos em North York pelos amigos Flávio e Meg, do blog Canadiando, e agora estamos procurando uma casinha para alugar – Mississauga será o destino! Já preenchemos a papelada e estamos esperando a resposta. A casa que estamos vendo fica no condomínio Erin Centre Village, onde mora o casal Dory e Renata, do Sai da Tua Terra.

A casa é muito legal, com um espaço bom e cercada de verde (enquanto não tiver neve, é claro) e com muito comércio importante pertinho. Tem escolas, academias, supermercado e muitas outras coisas. Em 48 horas devemos receber a notícia se seremos aceitos ou não.

Sobre a nossa documentação daqui, já tiramos o Permanent Resident Card, o Social Insurance Number e demos entrada no pequeno processo de retirada da carteira de motorista. Esperamos que em duas semanas, quase tudo tenha sido resolvido.

Bom, esse foi um resumão do que já fizemos. Em breve falaremos como foi a viagem, o encontro com os amigos e as nossas impressões sobre o Canadá.

Abs,

Edu e Andréa

Último post no Brasil

Pois é. Este é o último post nosso do Brasil. Os próximos já serão em terras canadenses.

Em breve as primeiras informações diretamente do Canadá.

American Airlines 2

Abraços,

Edu e Andréa

Blog interessante

Pessoal,

Um amigo criou o blog The Grumpy World, com críticas ácidas às mazelas brasileiras. Essas críticas ácidas são resultados compatíveis com os graves problemas políticos, sociais e comportamentais do Brasil.

Indico a todos que coloquem em seus Readers da vida: http://grumpyworld.wordpress.com/

Afinal, você pode não concordar com as opiniões expressas por ele. Mas que os problemas estão lá, disso não há dúvida!

Abraço,

Edu

Comentando os comentários

Muita polêmica, indignação e solidariedade nos comentários do post anterior sobre o problema com a Claro. Vou tentar esclarecer aqui algumas indagações. A empresa diz que eu não paguei. Mas não há dúvida de que paguei. Ainda me lembro que paguei no caixa fazendo um depósito identificado, já que os boletos não chegavam nem com reza brava. E é claro que esse papelzinho já encontra-se em estado de decomposição.

Estou indignado. Não pela grana em si, mas pela forma como as empresas tratam seus clientes. AS EMPRESAS NO BRASIL NÃO SABEM LIDAR COM A SUA CARTEIRA DE CLIENTES. Quando aparece uma que tenta fazer um trabalho sério, é até de se espantar. A Claro sempre me desrespeitou quando era cliente. Agora continua a me desrespeitar.

Bom, surgiram algumas dúvidas e sugestões nos comentários. A verdade é que vou ‘entubar’ esse prejuízo, pois estamos no limite de conseguir nossos vistos e partir para o Canadá. Portanto, não quero me estressar além do limite que uma mudança de país já o faz. Não vou a um pequenas causas ou algo parecido, pois, por mais rápido que seja, pode acabar sendo um fator de atraso para embarcarmos. E não quero embarcar com nenhum tipo de pendência por aqui.

Já falamos com meio mundo lá dentro da Claro. Falamos com todos os setores várias vezes, já que, misteriosamente, a ligação cai. Os atendentes são despreparados, justamente para não resolver o seu problema. Trabalhei uma época com uma pessoa que havia trabalhado na Telemar e ela me assegurou que o seu problema só é resolvido se você fizesse a reclamação pela central e também reclamasse ou com a Anatel ou com o Defesa do Consumidor do jornal O Globo. Se você não fizesse isso, certamente não teria seu problema resolvido. Nesse caso da Claro, nem isso adiantou. Eles solenemente defecaram e caminharam para ambas. Enfim, como sempre falo para a Andréa, “calma que tá acabando”…

Vou realizar um pagamento que já fiz. Mas aqui no Brasil é comum isso, já que pagamos imposto de renda, INSS, imposto em tudo o que consumimos e sempre temos que pagar por educação, saúde, segurança…

 

Abraços, 

Edu

Claro que você está errado!

É por estas e outras que esse país não vai pra frente. Não é à toa que o Brasil é tão mal visto lá fora. As empresas não respeitam os clientes mesmo. De forma alguma. O fato que relato a seguir aconteceu com a empresa Claro, de telefonia celular. Mas poderia acontecer com qualquer outra, já que isso é prática comum por aqui.

Tive uma conta da Claro durante alguns anos. Após ser praticamente obrigado a migrar da tecnologia TDMA para a GSM, minhas contas pararam de chegar a minha casa (depois fiquei sabendo que isso aconteceu com muitos clientes). Nos três primeiros meses, o otário que vos fala foi até a loja da Claro, pegou filas, e pagou as contas. A partir do quarto mês, cansei dessa história e comecei a pedir segunda via das faturas. E elas também não chegavam!

E as contas foram atrasando. E todo mês eu ligava para pedir a 2ª via da fatura e nada. Pois bem, a história ficou assim por mais de um ano. Em 2005, desisti de tentar mais alguma alternativa e resolvi cancelar o meu plano. A Claro, muito boazinha, só me cobrou os últimos seis meses de contas. O resto ela iria desconsiderar. O pagamento foi parcelado em três vezes e a partir do último pagamento, o telefone seria cancelado. Aceitei e assim o fiz. Paguei as três parcelas, por meio de depósito com identificador e o telefone foi cancelado.

Só que no início de maio deste ano, chegou uma fatura da Claro, me cobrando a última parcela da tal conta, depois de quatro anos. Não tenho o comprovante de pagamento, pois foi feito no caixa automático e aquele papel não dura mais que dois anos. E não tenho como provar que paguei. Que paguei isso eu paguei, senão o telefone não seria cancelado. Já viram alguma operadora cancelar uma conta que está em débito? É, isso não é desculpa para a Claro. Reclamei na Anatel e pela Defesa do Consumidor do jornal O Globo. Eles ligaram para falar que eu realmente tinha que pagar.

Pois é. Hoje em dia é melhor pagar e ponto final do que ter o nome em serviço de proteção ao crédito e ter uma burocracia gigantesca para se livrar. Resolvi pagar e evitar problemas, já que nesse país você é culpado até que se prove o contrário.

 Abs,

Edu

Falam do porco, mas e o mosquito?

Sei que estou devendo um post há muito tempo, mas realmente não posso deixar de falar sobre essa tal gripe suína – agora também conhecida como H1N1. Claro que é preocupante o que vem acontecendo na América do Norte, são muitos os casos, o contágio acontece muito rapidamente e todos estão assustados. Mas não me assusta.

Quem vive no Brasil sabe que essa gripe suína não é nada se comparado à dengue. Essa sim é uma doença muito mais difundida pelo nosso país. Vamos comparar: Até agora registrada em 33 países, a gripe suína infectou pouco menos de sete mil pessoas. A dengue, só no Brasil, já deixou mais de 225 mil pessoas infectadas. E os dados são de janeiro até a primeira semana de abril. O H1N1 já matou 65 pessoas pelo mundo. Só na Bahia, de janeiro a abril, já foram 109 mortes.

O que mais me impressiona é o seguinte: estamos felizes na diminuição em quase 50% nos casos de dengue em relação ao ano passado, que teve neste mesmo período mais de 400 mil casos. Mas temos que nos preocupar com os oito casos da gripe suína por aqui. Mas é claro que tem que cuidar desses oito casos e dos outros que ainda podem aparecer. Mas e a dengue? E a meningite? Essas já são realidades por aqui, ora bolas!

A dengue já não impressiona tanto na mídia como essa outra doença, que veio importada de uma das regiões mais ricas do planeta. Agora, deixar a dengue de lado para colocar em destaque uma doença bem menos apavorante para nós? Pois é, esse é o Brasil…

OBS: Grande parte das 65 pessoas que morreram da gripe suína também estava com pneumonia, asma e outros problemas no aparelho respiratório.

1o encontro de 2009

Mal acabou 2008 e já está na hora de informar sobre o encontro de janeiro de 2009! O tempo não para mesmo… só para lá no consulado : (

Bom, o encontro de janeiro será no dia 24, sábado, a partir das 17h, na Barra. Como sempre, quem quiser mais detalhes, por favor mande um comentário que eu envio o endereço por e-mail, OK?

E um ótimo ano para todos!

Beijos,

Andréa

Louco? Eu?

Sei que estou muito tempo sem escrever no blog, mas a Andréa tem representado muito bem o casal com os seus posts (alguns sob a minha supervisão, é claro). Bem, o que vou relatar, na verdade, é mais um capítulo da violência urbana que atinge não só o Rio de Janeiro, mas todas as grandes cidades brasileiras.

 

No sábado à noite, a Bia foi para a casa de uma amiga na Tijuca, zona norte aqui do Rio. Por volta de 1h da madrugada, como combinamos, ela nos telefonou para irmos buscá-la. Pois bem, fomos buscá-la de carro e quando estávamos chegando em casa, na Rua Coelho Neto, havia umas quatro patrulhas da polícia militar e uns 10 policiais fortemente armados em volta de um homem caído, aparentemente baleado.

 

O homem me pareceu estar na casa dos 50 anos e estava relativamente bem vestido. Ao seu lado, estavam duas moças muito nervosas. Não vimos mais nada além disso, já que o trânsito fluía. O fato ocorreu a cerca de 300 metros do nosso prédio.

 

Um detalhe importante: a Rua Coelho Neto fica em frente ao Palácio Laranjeiras, onde o governador do estado trabalha. Por isso, tem sempre algumas patrulhas da PM na região. E a Rua Coelho Neto é recordista em assaltos a motoristas. Todos na região sabem, menos a área de “inteligência” da polícia.

 

Obviamente nada foi noticiado nos jornais ou internet. É apenas mais um caso que entra para a estatística.

 

Depois dizem que sou louco por querer ir morar no Canadá…

 

Leitura quase obrigatória

Um livro que deve ser lido pelos candidatos à imigração para o Canadá é “Bye, bye Brasil”, da baiana Ana Francêsca Cavalcanti Araújo. Nesse livro ela conta com detalhes todo o processo de imigração de sua família – ela, o marido e um filho de 8 anos  na época (2001) – desde a decisão de imigrar até a data em que escreveu o livro (uns dois anos depois da chegada a Toronto).

É um livro de leitura fácil, com várias dicas e dados importantes para quem está no processo e também para quem ainda está na fase de pesquisas. Infelizmente o livro está esgotado na maioria das livrarias e comprei diretamente na editora (www.ideialivre.com.br).

Com certeza foi uma das melhores aquisições que fizemos e será de grande valia quando estivermos no final do processo e nas primeiras semanas na terra nova!

 

Bjs,

 

Andréa

9o. Encontro Rio/Processo Federal… no “Arraiá da Valéria”

O “arraiá”… ops, o encontro desse mês será no dia 14 de junho, sábado da semana que vem, no salão de festas do prédio da Valéria, em Ipanema. Infelizmente o último encontro nesse “bat-local”, pois além de encontro e Festa Junina também será a despedida da Valéria. No final do mês ela embarca para Calgary!

O horário? Lá pelas 18h. E dessa vez, aproveitando a época, teremos um tema para o encontro: FESTA JUNINA!!! Cada um vai levar uma comida típica, a Valéria vai comprar as bandeirinhas e vamos contratar um sanfoneiro… brincadeira!!!

Então, quem quiser participar e ainda não for membro do grupo, é só colocar um comentário aqui no blog.

Nossa… já estamos no 9o. encontro… parece que foi ontem. Um grupo de mais ou menos 15 pessoas e ninguém se conhecia, todos meio sem-graça no início, se encontrando numa casa de vinhos em Laranjeiras. Já faz quase um ano desde o primeiro encontro dos futuros imigrantes cariocas do Processo Federal! Em agosto teremos que providenciar bolo, champagne pra comemorar!

Beijos e até lá!

Andréa

 

“Utilidade pública”

Os leitores desse blog já viram que eu gosto de publicar glossários para facilitar a vida de quem está lá no Canadá. Nesses posts aqui e aqui eu coloquei os glossários de legumes e verduras (Português/Inglês e Inglês/Português) que encontrei no site www.sk.com.br. Nesse site tem muito mais coisas interessantes, como glossários de frutas, de termos de RH, Contabilidade, Viagens. Enfim, muita coisa útil, mas que não quero ficar simplesmente listando no blog, pois os posts ficam muito longos. Então, quem precisar ou ficar curioso, vai até o site. Além dos glossários, tem muita coisa interessante para quem gosta da língua inglesa.

Boa leitura!

Andréa

Juntando os documentos

Pois bem, estamos na nossa peregrinação da juntada dos documentos. Por enquanto me parece que tudo está dentro do esperado. A grande maioria dos documentos já está em nossa posse e outros já estão bem adiantados. Agora é esperar todos ficarem prontos e mandar. Quase todos os documentos são muito fáceis de se conseguir. Alguns são mais complicados por conta de horário de funcionamento dos órgãos e da boa vontade das pessoas.

Esperamos enviar toda a documentação até o final de abril. O prazo é até meados de maio, mas é sempre bom dar uma adiantada para não ficar dependendo da esperteza da galera…

 Abs!

Inglês Canadense x Inglês Britânico x Inglês Americano

Mais um fruto das centenas de pesquisas sobre o Canadá. Dessa vez na área lingüistica… hehehehe… 

No site http://www.cornerstoneword.com/misc/cdneng/cdneng.htm é possível encontrar várias palavras em que a grafia ou pronúncia são diferentes no Canadá, na Inglaterra e nos EUA. Vale dar uma olhada.

Abaixo segue a introdução ao assunto, em Inglês, é claro:

“This page explains the major differences between Canadian English and its British and American compatriots, follows the debate over colour and color, talks about place names and French, then looks at some unique Canadian vocabulary and ends with a short essay on pronunciation and regional variations.

This is especially important in light of Microsoft’s error-filled “Canadian” speller, found in versions of MS Word.

The information is largely excerpted from Write Better, Right Now, our new book of effective writing tips and easy-to-understand grammar rules. You can also go to the Cornerstone home page for information about our writing, editing and PR services, or try our trivia quiz.”

No final ainda tem uma citação bem-humorada:

     “In Canada we have enough to do keeping up with two spoken languages without trying to invent slang, so we just go right ahead and use English for literature, Scotch for sermons and American for conversation.” — Stephen Leacock

Enjoy!

 Andréa

Se contar isso lá em portugal…

Pois é. Ficamos um bom tempo sem acesso a Internet em casa. Somos assinante do Vírtua, da NET. Ao voltarmos do Canadá fiz um upgrade no computador. Com isso, resolvi instalar o Windows Vista. Foi aí que eu comecei a ter problemas.

Conseguia conexão muito raramente. E depois de dois dias, Internet se tornou um sonho inatingível. Liguei para a assistência técnica do Vírtua e agendei uma visita. No dia marcado, ninguém apareceu. Eu, o otário da história, liguei para lá e me informaram que a visita havia sido cancelada, não se sabe porque, como, quando e por quem. Agendei uma nova.

E, para contrariar, não é que o técnico apareceu? E disse que o sinal tava perfeito e que o problema era a incompatibilidade entre o Vírtua e o Windows Vista. E que o melhor que eu tinha a fazer era mudar de volta para o Windows XP. Tive que instalar o XP para poder ter a Internet que pago caro. Se contar isso lá em Portugal vão achar que é piada…

Abs!

De volta para o Inferno

Sabem aqueles produtos que vão do freezer diretamente ao forno? É como nos sentimos no dia 28 de dezembro, quando voltamos para o Rio. Estavámos em um clima muito bom (cerca de -2C) e chegamos no Rio com 37C. Pegamos temperaturas muito baixas por lá (-12C, -16C), mas a média era de -2C. Muito fácil de encarar quando se tem as roupas adequadas. E roupas adequadas para 40C? Podemos ir trabalhar de bermuda e camiseta?

O Inferno que me referi é por conta do clima. Até porque nem preciso mais citar aqui os problemas pelos quais o Rio e o Brasil passam. O Canadá não é o paraíso na Terra. Mas o Brasil tem muito a aprender com eles, em termos de organização, respeito, planejamento, leis e muito mais. Posso até estar falando demais para o pouco que conheço do Canadá, mas dentre as coisas que vi, nada me chamou a atenção negativamente.

A viagem foi muito positiva para efetivarmos o desejo de mudança de vida. E claro que para melhor. Temos em mente que sentiremos falta de muitas coisas do Brasil, como a família, os amigos e o tempero da comida. Mas é o preço que temos que pagar para tentarmos esta melhoria. Muitos não entendem e nem vão entender, por mais que expliquemos os motivos da nossa escolha. Mas é algo que cada um tem que lidar com as suas escolhas.

E uma coisa é certa: todos os amigos serão muito bem recebidos quando forem nos visitar no Canadá. Claro que ainda falta passar muita água por debaixo desta ponte. A cada dia que passa, cresce o sentimento de que estamos fazendo a coisa certa.

Agradecimentos especiais: Ao Flávio, Márcia e todo o pessoal bem animado de Mississauga; ao Dhiren e sua esposa Imee; à Vanessa e seu namorado Kent e a todos que acompanharam aqui pelo blog a nossa curta saga de exploração nas terras do norte. Em breve colocaremos novas fotos no fotolog e mais informações colhidas em Ontário.

Abs!

Novas fotos

Acabei de atualizar o fotolog com as fotos da nossa passagem por Niagara Falls.

Hoje, domingo, está chovendo por aqui. A temperatura não está tã0 baixa (cerca de 5C). Devemos ficar em casa descansando, pois a próxima semana vai ser bastante movimentada. Vamos a Mississauga encontrar o Flávio e família, vamos ter o boxing day (dia 26 de dezembro, com preços mais baixos), teremos também as comemorações de natal e a nossa volta, programada para a quinta-feira de noite.

Fomos a Canadian Tire e estava com boas promoções. Compramos um Home Theatre por incríveis $39,99. Também havia outros bons preços, como um liquidificador com jarra de vidro por $29,99. Um porta-retrato digital de 7 polegadas por $69,99. Muitas outras boas ofertas.

Bem, é isso por enquanto. De noite, posto mais.

Abs!

Imitação ou o quê?

Caros,

Nessas andanças vi algo curioso. Vi um carro que achei que fosse um Honda Civic. Mas era um Acura. Vejam a “coincidência”:

Honda Civic
civic.jpg

Acura CSX
img_0962_800x600.jpg

Não sei quem imitou quem. Mas que houve uma “transferência de idéias”, isso houve.