Seis coisas aleatórias

Esse blog não costuma falar coisas muito pessoais sobre nós, mas já que a Renata me indicou pra falar seis coisas aleatórias sobre mim, vamos lá!

As regras, que devem ser colocadas no post, são:

1- Linkar a pessoa que te indicou
2- Contar seis coisas aleatórias sobre você
3- Indicar mais seis pessoas e colocar os links no final do post
4- Deixar a pessoa saber que você a indicou, deixando um comentário para ela
5- Deixar os indicados saberem quando você publicar seu post

Vamos a elas:

1- Sou uma pessoa extremamente organizada e não gosto de ver nada fora do lugar. Minha mesa de trabalho está sempre vazia, pois organizo tudo em pastas pra não deixar um monte de papéis espalhados. Em casa procuro ser assim também, mas com uma filha adolescente às vezes é muito difícil!

2- Iniciei a faculdade de Letras aos 18/19 anos e tranquei no primeiro semestre. Bem mais tarde, aos 35 anos, resolvi fazer uma faculdade novamente – por influência do meu chefe na época, o gerente de Comunicação da Aracruz – e cursei Comunicação Social/Jornalismo na Facha, no Rio. Me formei em 2004!

3- Já morei um ano e meio em São Paulo e minha filha nasceu lá. Ela é “paulioca”, mistura de paulista com carioca!

4- Fiz dança moderna e balé clássico durante toda minha infância e adolescência. Adoro dançar!

5- A-do-ro sapatos e bolsas! Se pudesse, teria muito mais deles…

6- Fiz intercâmbio nos EUA. Decidi ir no 3o ano do Ensino Médio (segundo grau na época) e mesmo assim meus pais (mais meu pai do que minha mãe…) me deram força para deixar o vestibular pra depois. Foi uma experiência incrível e que recomendo a qualquer pessoa. Morei em uma cidade bem pequena chamada Skyland, na Carolina do Norte. Hoje em dia estou tentando reatar o contato com as pessoas que conheci na época e já encontrei pelo menos uma no Facebook!

Bom, é isso! Essas foram as seis coisas aleatórias que consegui lembrar sobre mim. Tem muito mais, mas as que pude lembrar agora foram essas.

Indico as pessoas abaixo para fazerem também:

Fabio/Val, Cinthia, Dani/Pedro, Iris/Daniel, Paulo e Meg.

Beijos,

Andréa

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Mais sobre a “tal” recessão

Recebi vários comentários sobre o post anterior e então resolvi colocar aqui a opinião do Trent, que escreve o excelente blog The Simple Dollar, que leio todos os dias. Em seu post de hoje sobre esse mesmo assunto, ele diz o seguinte:

  • Não tenho medo das condições econômicas atuais. Eu simplesmente não caio nessa história de medo que está constantemente sendo divulgada nas matérias sobre economia.
  • Não escuto a CNBC (Rede americana de notícias de economia, negócios e finanças) ou outras fontes da grande mídia para obter notícias sobre economia e minhas finanças pessoais. Quase sempre tais fontes tentam pegar os fatos reais e distorcem-nos, para fazer uma matéria mais forte, fazendo parecer que um fato econômico ruim seja “prova” de que algo desastroso, e coisas boas são frequentemente colocadas como exceções à regra.

Em vez de ver as coisas por esse lado “negativo”, ele as vê da seguinte forma (e concordo com ele):

  • Como estão as pessoas a minha volta? Conheço algumas poucas pessoas que perderam seus empregos – um número que está completamente em linha com o aumento do desemprego. Alguns outros estão cortando despesas como forma de protegerem-se contra uma possível perda do emprego, que eles temem. A maioria das pessoas, no entanto, não está mudando absolutamente nada. Conheço pessoas que estão comprando carros, casas, bens de consumo etc.
  • Como essa situação se compara aos números reais? É só minha experiência pessoal ou está em linha com os números reais? Bom, a taxa real de desemprego (nos EUA) foi de 4,9% para 7,2% de dezembro de 2006 a dezembro de 2007. Uma diferença de 2.3%. Em outras palavras, de cada 100 pessoas que conheço, mais duas devem perder seus empregos agora do que há um ano, o que é um número bastante concreto.
  • Coisas que não vejo. Sou um estudioso da Grande Depressão. Conversei com muitas pessoas que viveram aqueles anos sobre suas experiências e li inúmeros livros sobre o assunto. Não estamos vivendo nada que sequer se compare à Grande Depressão e ao deixar subentendido que é o que ocorre no momento, é provar que estamos  insultando aqueles que realmente viveram aqueles tempos e ao mesmo tempo mostrando que somos totalmente ignorantes sobre os detalhes do que aconteceu na época. Não há filas de um quarteirão para sopa. Mais de 90% do país (novamente, os EUA) está empregado – não somente os 60% dos anos 1930. As pessoas não irão perder seu dinheiro devido a falências de bancos.
  • O que eu leio para me manter informado? Leio a maioria das fontes de informação que todos leem. A única diferença é que eu não dou muita importância aos comentários. Simplesmente ignoro-os e vejo os números. O que eles realmente significam? Como se comparam com o que vejo em minha própria vida? O restante dos artigos – aqueles que tentam pintar um cenário de medo – são na sua maioria só fatos distorcidos. Não se preocupe com eles. 
  • Minha aposta é… pelo que posso ver, essa é uma recessão típica – talvez um pouco mais forte que uma recessão normal, mas nada que se compare ao que aconteceu nos anos 1930. Sim, existem vários sinais ecônomicos ruins por aí, como há em qualquer recessão – virtualmente em qualquer situação de recessão existem bolhas que estouram e que parecem apocalípticas. O que vejo, no entanto é que quase todos que conheço estão empregados e não há filas por comida. Ninguém está vendo suas economias de uma vida desaparecerem em falências bancárias. Esse é o estado da economia como a vejo – uma recessão forte, mas nada a que não possamos sobreviver.

Eu gosto muito do jeito que o Trent escreve, pois ele coloca as coisas de forma simples e objetiva. E na maioria das vezes concordo com o que ele diz. Na minha opinião ele acertou “na mosca” mais uma vez!

Beijos,

Andréa

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Recessão – mito ou realidade?

Desde que a crise financeira americana começou a aparecer nos noticiários comecei a me perguntar: será que essa crise é isso tudo mesmo que estão falando? Será que não é só especulação? Será que os veículos de comunicação não estão fazendo isso pra vender jornal, revista, pra ter mais audiência?

Hoje, depois de ler um excelente post no blog do Eri, comecei a ver que muito do que existe de crise é devido a um “efeito dominó” muito bem retratado na parábola que peguei emprestada do blog mencionado acima. Vejam se não ilustra exatamente o que está acontecendo por aí?

O caipira era um sujeito muito simples, mas sabia fazer uma pamonha deliciosa e decidiu então começar a vendê-las. Vende pra um aqui, outro ali e mais outro acolá.

E aquela pamonha deliciosa começa a fazer sucesso e cada vez mais gente começa a procurar o caipira, que decide montar um pequeno barraquinho com um balcão pra vender suas pamonhas. E as vendas continuam a subir.

Num certo ponto o caipira já está com um trailer bacaninha, dois funcionários ajudando e, apesar de não ter uma grande renda, consegue juntar o suficiente para dar uma excelente educação para seus filhos, assim eles podem ter uma vida melhor.

Um dos filhos conseguiu até uma bolsa para estudar nos Estados Unidos e depois de um tempo fora ele retorna e diz para seu pai: “Pai… a coisa tá feia no mundo: Uma recessão braba demais da conta tá acontecendo. Milhares de pessoas tão sem emprego, empresas estão fechando e ninguém mais tá comprando nada”.

Nisso o caipira pensa: “Mas meu filho deve di tê razão. Menino estudado, morou no exterior… Preciso tomar cuidado com isso também”.

Seguindo os conselhos de seu filho estudado o caipira demite um dos funcionários para reduzir o gasto com mão-de-obra e diminui o horário de expediente para diminuir gastos com eletricidade, hora extra, etc.

E assim os clientes que passavam para comprar uma pamonha antes de ir para o serviço não tem mais aquele delicioso quitute à disposição. Nem os clientes que costumavam ir comer uma pamonha depois de um longo dia de serviço ou depois de sair de uma balada de madrugada.

Sem contar que com um funcionário a menos os clientes do horário comercial já não são tão bem atendidos e o caipira tem agora que dividir seu próprio tempo entre o caixa, atender os clientes e fazer as pamonhas, que já não andam tão gostosas pois ele começou a comprar ingredientes de segunda categoria para economizar.

Os clientes insatisfeitos começam a frequentar outros lugares, os poucos clientes novos nunca mais voltam para comer aquela pamonha horrível naquele estabelecimento com péssimo atendimento e, assim como anunciado pelo seu estudado filho, a recessão também atinge o caipira, que vê seu pequeno negócio ir à falência…


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Ano novo, cara nova

red_maple_leafNão, você não está no blog errado. É aqui mesmo! O Picolé Carioca mudou de cara, só isso… O conteúdo continua o mesmo. 

Estávamos com a mesma aparência desde que iniciamos o blog em 2006, então achamos melhor mudar um pouco, pra melhorar o astral. 

Sua opinião e comentário são bem-vindos!

Beijos,

Andréa

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Boas Festas! Happy Holidays!

833608561A todos os nossos amigos, leitores, curiosos… desejamos tudo de bom nesse período de festas!

Que o consulado do Canadá nos traga excelentes notícias muito em breve e que, em 2009, possamos comemorar nossos vistos no passaporte!

Obrigada a todos pelo apoio, pelos comentários e desculpem-nos se não estamos postando com tanta regularidade, mas chega uma época durante o processo em que não temos nenhuma novidade do consulado e isso gera certo “desânimo” (afinal, nosso processo completou 18 meses do dia 14 de dezembro!). 

Mas em 2009 as esperanças se renovam e acreditamos que logo, logo teremos boas notícias para compartilhar com vocês!

 

Beijos, abraços e tudo de bom pra todos nós!

 

Andréa, Edu e Bia

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A lista mais temida dos últimos tempos

Finalmente saiu a lista das profissões em demanda que será utilizada a partir de 27/2/2008 para tentar diminuir a fila (backlog) de processos de imigração para o Canadá. Hoje, para certos países da Ásia como China e Índia, o processo pode levar até seis anos para ser concluído. Aqui no Brasil está levando cerca de 24 meses.

Felizmente nosso processo é bem anterior a essa data – foi iniciado em 14/6/2007 – e não estamos dependendo disso para que nosso processo seja finalizado. Mas para quem deu entrada após 27/2/2008, o que aconselho é estudar a lista de profissões com cuidado e, caso sua profissão não esteja incluída, procurar outras alternativas para imigrar.

Conforme o próprio press release do ministério da imigiração, existem diversas maneiras de imigrar legalmente para o Canadá, então é hora de avaliá-las e ver qual delas pode se encaixar no perfil de cada um.

Desejo muita sorte e mais um pouco de paciência para quem está nessa situação, mas não é hora de desistir! É hora de parar, pensar e tentar achar outros meios para imigrar legalmente, pois eles com certeza existem!

Amanhã, durante nosso encontro aqui no Rio, com certeza esse será o assunto da vez. Então a lista saiu em boa hora, pois poderemos discutir sobre todas as alternativas possíveis. Ou seja, se você mora no Rio e ainda não confirmou sua presença, tá na hora!

Beijos e até amanhã,

Andréa

Quatro coisas…

Eu já li essas perguntinhas em vários blogs e aí decidi que deveria publicar aqui também, pras pessoas me conhecerem melhor. Depois vou ver se o Edu topa fazer um pra ele. Sei que essas coisas devem ser “passadas” de um pra outro, mas como ninguém passou pra mim – snif… : ( – , resolvi fazer assim mesmo.

Quatro empregos que eu já tive:

1 – Professora de inglês
2 – Tradutora/Intérprete
3 – Assistente Executiva
4 – Analista de Comunicação

Quatro filmes que eu assisto sempre que passam:

1 – Matrix – todos os 3!
2 – Clube da luta
3 – Comédias ou filmes românticos, tipo “Love, actually”…
4 – Filmes de suspense tipo “Seven”…

Quatro lugares que eu já morei:

1 – Rio de Janeiro (Morei em Caraguatatuba quando tinha 1 ano e meio de idade, mas não lembro de nada!)
2 – Skyland, North Carolina, USA
3 – São Paulo
4 – Toronto, em breve! Hehehehehe….

Quatro programas de TV que eu gosto (não necessariamente na mesma ordem):

1 – Desperate Housewives
2 – Two and a half men
3 – Extreme makeover – Home edition
4 – Happy Hour do GNT seguido da Oprah!

Quatro pessoas que me mandam e-mail regularmente:

1 – Pessoas do grupo de discussão Rio-Canadá
2 – Pessoas do grupo de discussão Terras do Norte
3 – Newsletter de notícias
4 – E só… me comunico muito pelo Yahoo messenger ou Google talk…

Quatro coisas que você faz todo dia sem falta:

1 – Leio meus e-mails pessoais – checo várias vezes por dia
2 – Leio os posts novos no Bloglines
3 – Ligo várias vezes pra minha filhota
4 – Vou pro trabalho e volto pra casa a pé 

Quatro comidas favoritas:

1 – Chocolate – ultimamente tenho tido necessidade de comer chocolate sempre!
2 – As comidinhas do Edu – qualquer coisa que ele faça eu adoro!
3 – Comida japonesa
4 – Massas em geral

Quatro lugares onde eu gostaria de estar:

1 – Em Toronto
2 – Em qualquer país da Europa, de férias
3 – Em Mississauga
4 – Em qualquer dos lugares onde nunca estive! Viajar é sempre bom!

E aí, gostaram? Ficaram sabendo um pouco mais de mim? Já que é de praxe passar pra alguém, vou começar um novo ciclo, passando pra Camila, Edu, Cinthia e Valéria.

Beijos,

Andréa

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Primeiro aniversário do blog…

Há mais de um ano começamos a pensar sobre imigração, iniciamos nossas pesquisas sobre o Canadá e quatro meses depois de ler inúmeros blogs, iniciamos o Picolé Carioca. Nunca tínhamos pensado que um dia teríamos um blog – na verdade, agora temos dois, o blog da imigração e o blog do bazar! Mas achamos importante compartilhar nossas descobertas e, no futuro, mandar notícias sobre nosso dia-a-dia no Canadá.

E depois que começamos a escrever aqui, fizemos muitos amigos – reais e virtuais – que nos ajudam na troca de informação, que participam dos encontros que fazemos aqui no Rio, e que se tornarão nossa “família” quando estivermos longe da família de verdade.

Pretendemos continuar com o blog por muito tempo pois acreditamos que teremos muito o que contar, principalmente depois que chegarmos ao nosso destino. E queremos ter nossos leitores “perto” de nós sempre!

Nesse primeiro aniversário do blog queremos agradecer o carinho dos leitores, seus comentários (ou não – tem gente que não gosta de comentar, mas sabemos que acompanham nossa história). Um blog serve como fonte de informação, mas também como forma de estreitar laços, colocar pessoas que têm objetivos comuns em contato e foi pensando nisso que o Picolé foi criado. Mas ele vai servir também para manter um arquivo de nossa “aventura” em busca de qualidade de vida, segurança e tranqüilidade.

Bem-vindos ao segundo ano do Picolé Carioca. E que venham muitos mais!

Beijos,

Andréa e Edu

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Censo de imigração do Canadá

Acaba de ser divulgado o censo de imigração do Canadá que foi realizado em 2006. Os números são muito interessantes e esclarecedores. Uma coisa que me chamou a atenção foi o país de origem da maioria dos imigrantes. Pra quem já foi a Toronto ou Vancouver, vai logo dizer: China ou Índia, é claro!! Errado… o país de origem da maioria dos imigrantes do Canadá é…….. o Reino Unido!

O idioma mais falado, é claro, é o inglês, seguido do francês e do chinês. Em Toronto, quase a metade da população é de imigrantes e a segunda língua mais falada – depois do inglês, é claro – também é o chinês, apesar de que o país que mais manda imigrantes para Toronto seja a Índia.

Vale a pena dar uma olhada no link. Tem informações sobre as províncias e sobre as principais cidades.

E aqui vai mais um crédito pra Camila, da Folha do Canadá. Foi no blog dela que eu vi essas informações e achei interessante compartilhá-las com vocês.

Bjs,

Andréa

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Como votar/justificar voto no exterior

Estava pensando sobre esse assunto no final de semana, pois teremos eleições municipais em breve e pensei como será quando estivermos no Canadá. Com a ajuda de uma pessoa de um dos grupos de que participo descobri que o site do TRE explica tudo direitinho.

É um assunto importante, pois estando no exterior só poderemos votar para presidente, ou seja, em todos os outros casos teremos que justificar o não-comparecimento para a votação.

Veja nesse link do TRE como fazer: http://www.tre-df.gov.br/default/atend_eleitor/info_eleitor_exterior.jsp

Bjs,

Andréa

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Bazar do Picolé – fazemos qualquer negócio…

Apesar de ainda estarmos no início da longa espera pelo pedido de exames médicos, começamos a selecionar algumas coisas que não usamos no dia-a-dia e resolvemos criar um blog para divulgá-las.

http://bazardopicole.wordpress.com

Tem muita coisa interessante… passa lá!

Divulguem para seus amigos, parentes, colegas de trabalho! Uma família carioca agradece…

 

 

Bjs!

Andréa

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Help make Ontario greener

A província de Ontário se preocupa com o meio ambiente e criou um programa de devolução de material reciclável muito interessante. O cidadão coloca todo tipo de lixo reciclável em latas de lixo específicas, as “Blue Boxes”, caixas azuis que são deixadas fora das casas e um lixeiro específico para esse tipo de material passa para recolher.

Além disso, estão fazendo um “upgrade” no programa: a pessoa retorna os vasilhames vazios de bebidas alcoólicas (vinho, cerveja etc – veja os tipos de vasilhames permitidos aqui) para as lojas que participam do programa (The Beer Store, LCBO) e obtém o reembolso do valor pago pelo vasilhame. Não é muito dinheiro, coisa de dez, vinte centavos por vasilhame, mas já é alguma ajuda – pro bolso e pro meio ambiente!!

Segundo o site do programa, a cada ano 80 milhões de garrafas, latas e outros vasilhames de bebidas alcoólicas são enviados para os lixões de Ontário. O ”Ontario Deposit Return program” ajuda a preservar o meio ambiente enviando esse material reciclável para usinas de reciclagem, onde tudo pode ser transformado, criando novos produtos como novas garrafas de vidro etc. O programa também libera espaço das “Blue Boxes” para outros materiais, já que os vasilhames de bebidas alcoólicas não estarão mais lá.

Beijos,

Andréa

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Glossário de verduras e legumes – Vol. II – Inglês/Português

Conforme post de outubro de 2007 (veja aqui), fiquei de colocar a lista em Inglês de legumes e verduras com a respectiva tradução para o Português. Como nesse blog a gente tarda mas não falha, segue a lista.

Beijos,

Andréa

Update: Esqueci de colocar a fonte desse material: www.sk.com.br

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alfafa sprouts (Medicago sativa) – alfafa
arrowroot (Maranta arundinacea) – araruta
artichoke (Cynara scolymus L.) – alcachofra
arugula, rucola (Eruca sativa L.) – rúcula
asparagus (Asparagus officinalis L.) – aspargo
aubergine (eggplant in the US) (Solanum melongena) – beringela
barley (Hordeum vulgare L.) – cevada
basil (Ocimum basilicum L.) – manjericão
bean sprouts (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) – broto de feijão
beet, beetroot (Beta vulgaris L.) – beterraba
bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) – pimentão amarelo, pimentão vermelho
black beans (Phaseolus vulgaris L.) – feijão-preto
broad beans, fava beans (Vicia faba L.) – favas
broadleaf wild leek, wild leek, leek, elephant garlic (Allium ampeloprasum L.) – alho-porró, alho-poró, alho-porro
broccoli (Brassica oleracea L. var. italica Plenck ) – brócolis
brussels sprouts (Brassica oleracea L. var. gemmifera Zenk) – couve-de-bruxelas
cabbage (Brassica oleracea L. var. capitata) – repolho
cabbage lettuce, crisphead lettuce (Lactuca sativa capitata) – alface repolhuda, alface americana
capers (Capparis spinosa L.) – alcaparras
caraway (Carum carvi L.) – alcaravia
carrot (Daucus carota L.) – cenoura
cassava, manioc, tapioca (Manihot esculenta) – mandioca, aipim
cauliflower (Brassica oleracea L. var. botrytis) – couve-flor
celeriac (Apium graveolens L. var. rapaceum) – salsão
celery (Apium graveolens L. var. dulce) – aipo
chard, Swiss chard (Beta vulgaris L. var. cicla) – acelga
chayote, choko, mirliton (Sechium edule Sw.) – chuchu
chickpea (Cicer arietinum L.) – grão-de-bico
chicory (Cichorium intybus L.) – chicória, almeirão
chilli pepper (Capsicum annuum var. annuum) – pimenta-cereja
Chinese cabbage (Brassica pekinensis Lour.) (Brassica chinensis L.) – couve-chinesa, couve-da-china, repolho-chinês
chives, wild chives (Allium schoenoprasum L.) – cebolinha, cebolinha verde
cilantro (Coriandrum sativum L.) – coentro (folhas)
common bean (Phaseolus vulgaris L.) – feijão
coriander (Coriandrum sativum L.) – coentro
corn (Zea mays L.) – milho
cos lettuce (Lactuca sativa var. longifolia) – alface romana
cucumber (Cucumis sativus L.) – pepino
cumin, cummin (Cuminum cyminum L.) – cominho
dill (Anethum graveolens L.) – endro
early winter cress, early yellowrocket, winter cress, land cress, upland cress (Barbarea verna) – agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
eggplant (aubergine in UK) (Solanum melongena) – beringela
elephant garlic (Allium ampeloprasum L. var. ampeloprasum) – alho-porró, alho-poró, alho-porro
endive (Cichorium endivia L.) – endívia, almeirão
escarole (Cichorium endivia) – escarola
fava beans, broad beans (Vicia faba L.) – favas
garden lettuce, lettuce (Lactuca sativa L.) – alface
garlic (Allium sativum L.) – alho
ginger (Zingiber officinale Roscoe) – gengibre
green bunching onions (Allium fistulosum L.) – cebolinha, cebolinha comum
green pepper (Capsicum annuum L.) – pimentão, pimentão verde
heart of palm (Euterpe edulis) – palmito
horseradish (Armoracia rusticana) – raiz-forte
hubbard squash (Cucurbita maxima Duch) – abóbora-menina, abóbora-grande
kale, curly kale, green kale (Brassica oleracea L. var. acephala DC.) – couve, couve-galega
kohlrabi (Brassica oleracea L. var. gongylodes) – couve-rábano
land cress, early winter cress, winter cress, upland cress (Barbarea verna) – agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
leek, broadleaf wild leek, wild leek (Allium ampeloprasum L. var. porrum) – alho-porró, alho-poró, alho-porro
lentil (Lens culinaris Medik.) – lentilha
lettuce, garden lettuce (Lactuca sativa L.) – alface
lima bean (Phaseolus lunatus L.) – feijão-de-lima, feijão-fava, fava-belém, feijão-favona
manioc, cassava, tapioca (Manihot esculenta) – mandioca, aipim
marjoram, sweet marjoram (Origanum majorana L.) – manjerona
marrow (Cucurbita pepo L.) – uma variedade de abóbora de forma ovóide, polpa branca e casca verde fina
mint (Mentha longifolia) – hortelã
mung bean sprouts (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) – broto de feijão
oats (Avena sativa L.) – aveia
okra (Abelmoschus esculentus) – quiabo
old cocoyam, taro (Colocasia esculenta L.) – inhame
olive (Olea europaea) – azeitona, oliva
onion (Allium cepa L.) – cebola
oregano (Origanum vulgare L.) – orégano
parsley (Petroselinum crispum (Mill.) Nym) – salsa
parsnip (Pastinaca sativa) – pastinaca, chirivia
peas (Pisum sativum) – ervilhas
pepper (Piper nigrum) – pimenta-do-reino
popcorn (Zea mays everta) – milho-pipoca
potato (Solanum tuberosum) – batata
pumpkin (Cucurbita pepo L.) – abóbora. Os termos pumpkin e squash não possuem um significado botânico exato. Principalmente na Inglaterra, pumpkin é freqüentemente usado como sinônimo de squash. Para alguns, o termo squash inclui 3 tipos principais: summer squash, winter squash e pumpkin. Todos pertencem ao gênero Cucurbita, podendo se referir a qualquer uma de suas 4 principais espécies: pepo, mixta, moschata, e maxima, correspondendo em português a: abóbora, abóbora-menina, abóbora-moranga, abóbora-porqueira, etc.
radish (Raphanus sativus) – rabanete
red cabbage (Brassica oleracea L. var.capitata Alef. var. rubra DC.) – repolho-roxo
red pepper, bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) – pimentão vermelho
rhubarb (Rheum rhaponticum) – ruibarbo
rice (Oryza sativa L.) – arroz
rosemary (Rosmarinus officinalis) – alecrim
rucola, arugula (Eruca sativa L.) – rúcula
runner beans (Phaseolus coccineus L.) – feijão-da-espanha, feijão-trepador, feijão-flor
rutabaga, swede, Swedish turnip (Brassica napus L. napobrassica) – couve-nabo-da-suécia
rye (Secale cereale L.) – centeio
saffron (Crocus sativus) – açafrão
savoy cabbage (Brassica oleracea L. convar.capitata (L.) Alef. var. sabauda L.) – couve-lombarda
scarlet eggplant (Solanum gilo) – jiló
shallot (Allium cepa var. ascalonicum) – chalota
soybean, soya (Glycine max L.) – soja
spinach (Spinacea oleracea L.) – espinafre
squash (Cucurbita spp.) – Os termos squash e pumpkin não possuem um significado botânico exato. Principalmente na Inglaterra, pumpkin é freqüentemente usado como sinônimo de squash. Para alguns, o termo squash inclui 3 tipos principais: summer squash, winter squash e pumpkin. Todos pertencem ao gênero Cucurbita, podendo se referir a qualquer uma de suas 4 principais espécies: pepo, mixta, moschata, e maxima, correspondendo em português a: abóbora, abóbora-menina, abóbora-moranga, abóbora-porqueira, etc.
string beans, French beans (Phaseolus vulgaris L.) – feijão-vagem, vagem
sugarcane (Saccharum officinarum L.) – cana-de-açúcar
summer squash (Cucurbita pepo L.) – abóbora-moranga, abobrinha, abóbora-porqueira
sweet pepper, bell pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) – pimentão amarelo, pimentão vermelho
sweet potato (Ipomoea batatas) – batata-doce
Swiss chard, chard (Beta vulgaris L. var. cicla) – acelga
tabasco (Capsicum frutescens L.) – pimenta-malagueta
taro, old cocoyam (Colocasia esculenta L.) – inhame
thyme (Thymus vulgaris) – tomilho
tomato (Lycopersicon esculentum) – tomate
turnip (Brassica rapa L.) – nabo
watercress (Nasturtium officinale) – agrião
water yam, Winged yam (Dioscorea alata L.) – cará-inhame
Welsh onion (Allium fistulosum L) – cebolinha, cebolinha comum
wheat (Triticum) – trigo
winged yam, water yam (Dioscorea alata L.) – cará-inhame
white carrot (Arracacia xanthorrhiza Banc.) – mandioquinha
winter cress, land cress, upland cress (Barbarea verna) – agrião-dos-jardins, agrião-da-terra
winter squash (Cucurbita maxima Duch.) – abóbora-menina, abóbora-grande
yellow pepper, bell pepper, sweet pepper (Capsicum annuum L. var. annuum) – pimentão amarelo
zucchini (courgette in UK) (Cucurbita pepo var. melopepo) – abobrinha

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Uma visão americana sobre o Canadá

Li o editorial abaixo – originalmente publicado no Pittsburgh Post-Gazette em agosto de 2003 – no blog “Building bridges“, da Alexandra Guerson. É um pouco grande, mas vale dar uma lida!

It’s not just the weather that’s cooler in Canada: You live next door to a clean-cut, quiet guy. He never plays loud music or throws raucous parties. He doesn’t gossip over the fence, just smiles politely and offers you some tomatoes. His lawn is cared-for, his house is neat as a pin and you get the feeling he doesn’t always lock his front door. He wears Dockers. You hardly know he’s there. And then one day you discover that he has pot in his basement, spends his weekends at peace marches and that guy you’ve seen mowing the yard is his spouse.

Allow me to introduce Canada. The Canadians are so quiet that you may have forgotten they’re up there, but they’ve been busy doing some surprising things. It’s like discovering that the mice you are dimly aware of in your attic have been building an espresso machine.

Did you realize, for example, that our reliable little tag-along brother never joined the Coalition of the Willing? Canada wasn’t willing, as it turns out, to join the fun in Iraq. I can only assume American diner menus weren’t angrily changed to include “freedom bacon,” because nobody here eats the stuff anyway.

And then there’s the wild drug situation: Canadian doctors are authorized to dispense medical marijuana. Parliament is considering legislation that would not exactly legalize marijuana possession, as you may have heard, but would reduce the penalty for possession of under 15 grams to a fine, like a speeding ticket. This is to allow law enforcement to concentrate resources on traffickers; if your garden is full of wasps, it’s smarter to go for the nest rather than trying to swat every individual bug. Or, in the United States, bong.

Now, here’s the part that I, as an American, can’t understand. These poor benighted pinkos are doing everything wrong. They have a drug problem: Marijuana offenses have doubled since 1991. And Canada has strict gun control laws, which means that the criminals must all be heavily armed, the law-abiding civilians helpless and the government on the verge of a massive confiscation campaign. (The laws have been in place since the ’70s, but I’m sure the government will get around to the confiscation eventually.) They don’t even have a death penalty!

And yet … nationally, overall crime in Canada has been declining since 1991. Violent crimes fell 13 percent in 2002. Of course, there are still crimes committed with guns – brought in from the United States, which has become the major illegal weapons supplier for all of North America – but my theory is that the surge in pot-smoking has rendered most criminals too relaxed to commit violent crimes. They’re probably more focused on shoplifting boxes of Ho-Hos from convenience stores.

And then there’s the most reckless move of all: Just last month, Canada decided to allow and recognize same-sex marriages. Merciful moose, what can they be thinking? Will there be married Mounties (they always get their man!)? Dudley Do-Right was sweet on Nell, not Mel! We must be the only ones who really care about families. Not enough to make sure they all have health insurance, of course, but more than those libertines up north.

This sort of behavior is a clear and present danger to all our stereotypes about Canada. It’s supposed to be a cold, wholesome country of polite, beer-drinking hockey players, not founded by freedom-fighters in a bloody revolution but quietly assembled by loyalists and royalists more interested in order and good government than liberty and independence. But if we are the rugged individualists, why do we spend so much of our time trying to get everyone to march in lockstep? And if Canadians are so reserved and moderate, why are they so progressive about letting people do what they want to?

Canadians are, as a nation, less religious than we are, according to polls. As a result, Canada’s government isn’t influenced by large, well-organized religious groups and thus has more in common with those of Scandinavia than those of the United States, or, say, Iran.

Canada signed the Kyoto global warming treaty, lets 19-year-olds drink, has more of its population living in urban areas and accepts more immigrants per capita than the United States. These are all things we’ve been told will wreck our society. But I guess Canadians are different, because theirs seems oddly sound.

Like teenagers, we fiercely idolize individual freedom but really demand that everyone be the same. But the Canadians seem more adult – more secure. They aren’t afraid of foreigners. They aren’t afraid of homosexuality. Most of all, they’re not afraid of each other.

I wonder if America will ever be that cool.

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Mudando radicalmente de assunto…

Nas incessantes pesquisas sobre o Canadá acabei encontrando diversos sites e blogs sobre os assuntos mais variados. Um desses assuntos – culinária – é o tema do blog “Chucrute com salsicha“, da Fernanda Guimarães Rosa, que mora em Davis, na Califórnia. O blog é muito interessante e ela fala basicamente sobre culinária, receitas, mas também sobre a indústria alimentícia.

Esse foi o assunto de um post publicado hoje, onde ela comenta sobre uma palestra do jornalista Michael Pollan.  Ele é autor do recém-publicado In Defense of Food: An Eater’s Manifesto, e também de outros livros, tais como: The Omnivore’s Dilemma: A Natural History of Four Meals, um dos dez melhores livros de 2006 segundo o New York Times e o Washington Post;  The Botany of Desire; Second Nature; e A Place of My Own. Pollan é colaborador da New York Times Magazine e Professor de Jornalismo na UC Berkeley.

Vale a pena ler esse blog e principalmente o post sobre a palestra do Michael Pollan. Seguem abaixo alguns dos mandamentos dele:

. Não coma nada que a sua avó não consiga reconhecer como comida.
. Evite comidas que contenham ingredientes que você não consiga pronunciar.
. Evite comer qualquer coisa que não apodreça.*
. Evite produtos que prometem benefícios para a sua saúde.
. Compre produtos nas áreas periféricas do supermercado—os perecíveis.
. Melhor ainda, não compre em supermercados, mas sim nos Farmers Markets, ou assine uma CSA.

*Pollan carrega pra cima e pra baixo há anos, um pacotinho com dois bolinhos industrializados, para provar que os trequinhos continuam perfeitos, fofinhos e sem nenhum bolor ou descoloração, mesmo com o passar dos anos——e-ca!

Espero que gostem da dica do blog e preparem-se… as fotos são de dar água na boca!

Bjs e bom apetite!

Andréa

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Direto da coluna do Ancelmo Góis de hoje

Vejam se não dá vontade de ir até o Consulado e mostrar essas coisas pra Maria João…  Quem sabe ela não se solidariza conosco e dá uma “adiantada” nos processos da galera???!!!

Ingresso autenticado

Ontem, um tricolor tentou comprar ingresso de meia entrada para sua enteada, na bilheteria do Caio Martins, em Niterói, para a partida do Fluminense contra o Arsenal, pela Libertadores, hoje no Maracanã, mas não conseguiu. Ele estava com a menina, mas o bilheteiro não quis conversa. Disse que só venderia com a certidão de nascimento ou, acredite, uma declaração da mãe com firma autenticada em cartório.

Uma linda homenagem à burocracia brasileira.

Cena carioca (e brasileira)

Hoje, de manhã cedinho, no engarrafamento da Washington Luiz, os selvagens do trânsito invadiram o acostamento em alta velocidade com seus carros. Um motorista ético – sim, eles existem, ainda que estejam em extinção – decidiu dar um basta: postou seu carro com duas rodas no canto, para impedir a passagem.

Um dos selvagens parou atrás, começou a buzinar e piscar farol, exigindo passagem, como se direito adquirido fosse. Quando finalmente conseguiu, ainda fez questão de xingar o outro.

É assim que banda toca nas ruas e estradas do Rio e do Brasil.

Um retrato triste e real do que temos que aturar todos os dias!  Durma-se com um barulho desses…

Andréa

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Inglês Canadense x Inglês Britânico x Inglês Americano

Mais um fruto das centenas de pesquisas sobre o Canadá. Dessa vez na área lingüistica… hehehehe… 

No site http://www.cornerstoneword.com/misc/cdneng/cdneng.htm é possível encontrar várias palavras em que a grafia ou pronúncia são diferentes no Canadá, na Inglaterra e nos EUA. Vale dar uma olhada.

Abaixo segue a introdução ao assunto, em Inglês, é claro:

“This page explains the major differences between Canadian English and its British and American compatriots, follows the debate over colour and color, talks about place names and French, then looks at some unique Canadian vocabulary and ends with a short essay on pronunciation and regional variations.

This is especially important in light of Microsoft’s error-filled “Canadian” speller, found in versions of MS Word.

The information is largely excerpted from Write Better, Right Now, our new book of effective writing tips and easy-to-understand grammar rules. You can also go to the Cornerstone home page for information about our writing, editing and PR services, or try our trivia quiz.”

No final ainda tem uma citação bem-humorada:

     “In Canada we have enough to do keeping up with two spoken languages without trying to invent slang, so we just go right ahead and use English for literature, Scotch for sermons and American for conversation.” — Stephen Leacock

Enjoy!

 Andréa

Dicas na hora de alugar

Estou tentando voltar a escrever com mais freqüência e comecei a relembrar alguns materiais que consegui durante nossas pesquisas sobre a vida no Canadá. Um fator importante para o imigrante é como fazer na hora de alugar um apartamento ou casa. Seguem abaixo algumas dicas que obtive no site http://www.soyouwanna.com/site/syws/toronto/torontofull.html. As dicas são para Toronto, mas acredito que se apliquem para qualquer outra cidade. Espero que aproveitem!

A primeira coisa a fazer antes de alugar um imóvel é visitar alguns bairros, seguindo seu próprio instinto e gosto. Ao gostar de alguma área específica, faça uma busca detalhada para conseguir um bom negócio por lá. Durante sua busca, alguns fatores devem ser levados em consideração:

- O aluguel é adequado para sua renda?

-  As lojas, academias de ginástica, cinemas e bares dessa localidade têm preços acessíveis? (Não importa o que se diga, a maioria das pessoas gasta seu dinheiro nos estabelecimentos próximos de casa.)

- O imóvel fica próximo do transporte público, especialmente se você não tiver carro?

- Se tiver filhos, como são as escolas próximas?

- Quem são os moradores da vizinhança? Yuppies, estudantes, torcedores dos “Leafs” (Maple Leafs, time de hóquei de Toronto)? 

- Onde você vai estacionar seu carro? Se o imóvel que você está cogitando não inclui estacionamento, é fácil estacionar na rua? E como é o acesso às principais “highways”? 

- Quem paga pelas “utilities”, isso é, água, eletricidade etc? Quais são essas “utilities”? O gás, por exemplo, é mais barato do que a energia elétrica e o preço do óleo flutua de acordo com o petróleo…

- Qual o valor médio que se paga pela energia nessa área durante o inverno? Lembre-se, Toronto pode ficar gelada, especialmente por causa do efeito do vento que vem dos lagos, então o gasto com aquecimento pode ser alto.    

- Qual a taxa de criminalidade da região? Ligue para a delegacia policial local para checar, pois o proprietário do imóvel pode não ser muito honesto com relação a esse quesito. Volte ao local à noite e veja se você se sente seguro por lá e pergunte a seus amigos que conhecem a cidade sobre esse aspecto.

É isso aí! Nada muito diferente do que faríamos ao comprar ou alugar um imóvel aqui no Brasil, mas nada como ter algumas dicas do pessoal local, só para termos certeza de que faremos tudo como manda o figurino.

 Beijos,

Andréa

Glossário de legumes e verduras – Vol. I

Pra quem já está no Canadá ou ainda vai pra lá, uma ajuda interessante para a hora de fazer compras. Primeiramente vou postar os termos em Português e Inglês. Depois coloco aqui o contrário: os termos em Inglês e a tradução em Português. E aos poucos vou colocando outras coisas interessantes, nessa mesma linha. Aproveitem!

abóbora (Cucurbita spp.) – pumpkin, squash. The term abóbora, like squash and pumpkin in English, has no precise botanical meaning. It can refer to any fruit of the Cucurbita genus.
abóbora-cheirosa (Cucurbita moschata Duch.) – cashew squash
abóbora-menina, abóbora-grande (Cucurbita maxima Duch.) – hubbard squash, winter squash
abóbora-moranga (Cucurbita pepo L.) – pumpkin, summer squash
abobrinha (courgette in UK) (Cucurbita pepo var. melopepo) – zucchini
açafrão (Crocus sativus) – saffron
acelga (Beta vulgaris L. var. cicla) – chard, Swiss chard
agrião (Nasturtium officinale) – watercress
agrião-dos-jardins, agrião-da-terra (Barbarea verna) – early winter cress, early yellowrocket, winter cress, land cress, upland cress
aipim, mandioca (Manihot esculenta) – cassava, manioc, tapioca
aipo (Apium graveolens L. var. dulce) – celery
alcachofra (Cynara scolymus L.) – artichoke
alcaparras (Capparis spinosa L.) – capers
alcaravia (Carum carvi L.) – caraway
alecrim (Rosmarinus officinalis) – rosemary
alface (Lactuca sativa L.) – lettuce, garden lettuce
alface repolhuda, alface americana (Lactuca sativa capitata) – cabbage lettuce, crisphead lettuce
alface romana (Lactuca sativa var. longifolia) – cos lettuce
alfafa (Medicago sativa) – alfafa sprouts
alho (Allium sativum L.) – garlic
alho-porró, alho-poró, alho-porro (Allium ampeloprasum L.) – elephant garlic, broadleaf wild leek, wild leek, leek
almeirão, chicória (Cichorium intybus L.) – chicory
almeirão, endívia (Cichorium endivia L.) – endive
araruta (Maranta arundinacea) – arrowroot
arroz (Oryza sativa L.) – rice
arroz integral – brown rice
aspargo (Asparagus officinalis L.) – asparagus
aveia (Avena sativa L.) – oats
azeitona, oliva (Olea europaea) – olive
batata (Solanum tuberosum) – potato
batata-doce (Ipomoea batatas) – sweet potato
beringela (Solanum melongena) – eggplant (US), aubergine (UK)
beterraba (Beta vulgaris L.) – beet, beetroot
brócolis (Brassica oleracea L. var. italica Plenck ) – broccoli
broto de feijão (Vigna radiata L.) ou (Phaseolus aureus Roxb.) – bean sprouts, mung bean sprouts
cará-inhame (Dioscorea alata L.) – water yam, winged yam
cebola (Allium cepa L.) – onion
cebolinha, cebolinha comum (Allium fistulosum L.) – Welsh onion, green bunching onions, scallions
cebolinha verde, cebolinha (Allium schoenoprasum L.) – chives, wild chives
cenoura (Daucus carota L.) – carrot
centeio (Secale cereale L) – rye
cevada (Hordeum vulgare L.) – barley
chalota (Allium cepa var. ascalonicum) – shallot
chicória, almeirão (Cichorium intybus L.) – chicory
chirivia, pastinaca (Pastinaca sativa) – parsnip
chuchu (Sechium edule Sw.) – chayote, choko, mirliton
coentro (Coriandrum sativum L.) – coriander
cominho (Cuminum cyminum L.) – cumin, cummin
couve, couve-galega (Brassica oleracea L. var. acephala DC.) – kale, curly kale, green kale, collard greens
couve-chinesa, couve-da-china, repolho-chinês (Brassica pekinensis Lour.) ou (Brassica chinensis L.) – Chinese cabbage
couve-de-bruxelas (Brassica oleracea L. var. gemmifera Zenk) – brussels sprouts
couve-flor (Brassica oleracea L. var. botrytis) – cauliflower
couve-lombarda (Brassica oleracea L. convar. capitata (L.) Alef. var.sabauda L.) – savoy cabbage
couve-nabo-da-suécia (Brassica napus L. napobrassica) – rutabaga, swede, Swedish turnip
couve-rábano (Brassica oleracea L. var. gongylodes) – kohlrabi
endívia, almeirão (Cichorium endivia L.) – endive
endro (Anethum graveolens L.) – dill
ervilhas (Pisum sativum) – peas
escarola (Cichorium endivia) – escarole
espinafre (Spinacea oleracea L.) – spinach
favas (Vicia faba L.) – broad beans, fava beans
feijão-da-espanha, feijão-trepador, feijão-flor (Phaseolus coccineus L.) – runner beans
feijão-de-lima, feijão-fava, fava-belém, feijão-favona (Phaseolus lunatus L.) – lima beans
feijão-preto (Phaseolus vulgaris L.) – common beans, black beans
gengibre (Zingiber officinale Roscoe) – ginger
grão-de-bico (Cicer arietinum L.) – chickpea
inhame (Colocasia esculenta L.) – old cocoyam, taro
jiló (Solanum gilo) – scarlet eggplant
lentilha (Lens culinaris Medik.) – lentil
mandioca, aipim (Manihot esculenta) – cassava, manioc, tapioca
mandioquinha (Arracacia xanthorrhiza Banc.) – white carrot
manjericão (Ocimum basilicum L.) – basil
manjerona (Origanum majorana L.) – marjoram, sweet marjoram
maxixe (Cucumis anguria L.) – West Indian gherkin, Jamaica cucumber
milho (Zea mays L.) – corn
milho-pipoca (Zea mays everta) – popcorn
nabo (Brassica rapa L.) – turnip
oliva, azeitona (Olea europaea) – olive
orégano (Origanum vulgare L.) – oregano
palmito (Euterpe edulis) – heart of palm
pastinaca, chirivia (Pastinaca sativa) – parsnip
pepino (Cucumis sativus L.) – cucumber
pimenta-cereja (Capsicum annuum var. annuum) – chilli pepper
pimenta-do-reino (Piper nigrum) – pepper
pimenta-malagueta (Capsicum frutescens L.) – tabasco
pimentão, pimentão verde (Capsicum annuum L.) – green pepper
pimentão vermelho, pimentão amarelo (Capsicum annuum L. var. annuum) – bell pepper, sweet pepper, red pepper, yellow pepper
quiabo (Abelmoschus esculentus) – okra
rabanete (Raphanus sativus) – radish
raiz-forte (Armoracia rusticana) – horseradish
repolho (Brassica oleracea L. var. capitata) – cabbage
repolho-chinês, couve-chinesa, couve-da-china (Brassica pekinensis Lour.) ou (Brassica chinensis L.) – Chinese cabbage
repolho-roxo (Brassica oleracea L. var. capitata Alef. var.rubra DC.) – red cabbage
rúcula (Eruca sativa L.) – rucola, arugula
ruibarbo (Rheum rhaponticum) – rhubarb
salsa (Petroselinum crispum (Mill.) Nym) – parsley
soja (Glycine max L.) – soybean, soya
salsão (Apium graveolens L. var. rapaceum) – celeriac
tomate (Lycopersicon esculentum) – tomato
tomilho (Thymus vulgaris) – thyme
trigo (Triticum) – wheat
vagem, feijão-vagem (Phaseolus vulgaris L.) – string beans, French beans

Boas compras!!

Fonte: http://www.sk.com.br/sk-veget.html

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Dúvidas sobre o processo

Algumas pessoas me pediram pra postar aqui as dúvidas que tivemos no início do processo e que foram respondidas pela Maria João, do consulado em São Paulo . Os e-mails dela são:

re-saopaulo-im-enquiry@international.gc.ca ou

maria.guimaraes@international.gc.ca

Aqui vão as perguntas:

  • Quanto tempo leva a análise da documentação feita pelo Consulado até a concessão (ou não) do visto de residente permanente? O PROCESSO TODO LEVA 16 MESES.

  • É possível solicitar um visto de turista durante o processo de visto de residente permanente? SIM, CASO VISITE O CANADÁ PODE.

  • Para provar a proficiência em Inglês só é aceito o IELTS ou podemos apresentar outro tipo de diploma ou comprovante? PARA A COMPROVAÇÃO DO NÍVEL DE INGLES SOMENTE O TESTE DO IELTS É ACEITO PARA OS PROPÓSITOS DE IMIGRAÇÃO PARA O CANADÁ.

  • Certidão de Nascimento, Cartão de Vacinação de filhos, Histórico escolar de filhos, Diplomas - essa documentação precisa ser traduzida/consularizada ou basta cópia autenticada?  DOCUMENTOS PODEM SER CÓPIAS SIMPLES EM PORTUGUÊS SEM TRADUÇÃO.

  • Proof of Funds – temos um carro avaliado em cerca de R$ 30 mil e iremos vendê-lo quando da mudança definitiva para o Canadá. Podemos incluir como “Property”? SIM.

  • Todas as pessoas incluídas na solicitação de visto têm que fazer o teste IELTS, ou somente o solicitante? SOMENTE O REQUERENTE PRINCIPAL.

  • Com relação à experiência de trabalho, no caso de um dos solicitantes ter sido empresário, o contrato social da empresa serve como prova de experiência de trabalho? SIM, PODE APRESENTAR.

  • Caso nosso processo seja aprovado e consigamos o visto de residente permanente, somente então é que teremos que traduzir e consularizar nossos documentos? PODE TRADUZIR OS DOCUMENTOS NO CANADÁ À MEDIDA QUE FOR PRECISANDO DELES.

  • Caso eu tenha uma proposta de trabalho no Canadá, o tempo de espera para concessão do visto de residente permanente diminui, ou continua o mesmo – cerca de 16 meses? SENDO O PEDIDO REGULAR, PODE SER EM MENOS TEMPO. A SRA. DEVE NESTE CASO APRESENTAR UMA OFERTA DE TRABLAHO APROVADA PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO CANADENSE E ESTA OFERTA DEVE SER PERMANENTE.

Espero que essas perguntas e respostas possam ajudar a quem está no início do processo, quando surgem inúmeras dúvidas. Mas caso tenham outras perguntas, mandem e-mails para o consulado, pois é a fonte mais segura para obter informações corretas.

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